Estrelas cadentes como são popularmente chamadas, essas luzes fugazes que cruzam o céu são objeto de admiração para o homem. Desde tempos imemoráveis olhamos para o alto com curiosidade e reverência, buscando entender os desígnios dos astros, nossa origem e destino.
Quando vemos imagens reais de meteoros cruzando os céus, a única coisa que podemos atestar é que estamos observando luzes passarem pelo ar, e por conta do imenso brilho não é possível identificar o que são.
Pontos a se considerar a respeito dos objetos luminosos:
- Como uma suposta pedra se tornaria incandescente ao deslizar pelo ar a ponto de emitir tanto brilho quanto esses objetos, que as vezes chegam a atingir luminosidade equivalente à do Sol?
- Como uma suposta pedra desaparece tão subitamente quanto aparece?
- Como essas supostas pedras nunca são vistas descendo em linha vertical, mas sempre transversal?
- Como uma suposta pedra não obedeceria à lei da gravidade, fazendo um trajeto retilíneo constante?
- Com tantos satélites ao redor da Terra, e ao mesmo tempo, tantos meteoros caindo em nossos céus, como nenhum destes nunca atingem os satélites?
Aeronaves enfrentam problemas com a formação de gelo nas asas causada pelo fluxo intenso do ar. Somente a partir de Mach 1(340.29 metros por segundo), uma velocidade obtida através dos mais sofisticados propulsores, a temperatura começa a se elevar pela aceleração, porém, nada que as torne incandescentes igual a estrelas.
Procure por qualquer vídeo de meteoros reais caindo no céu. Você vai perceber que eles aparecem do nada, e somem em um certo ponto. Outro detalhe é que eles atravessam em linha reta. Um corpo de material incandescente vindo do espaço não deveria ser visível desde o alto? Alguns passam bem devagar, de modo totalmente incompatível com a ideia de um objeto em queda.
Veja este vídeo filmado em 2007, na província de Kanagawa, no Japão.
Em suma, é passada a hora das pessoas perceberem a grande realidade ao nosso redor, e pararem de aceitar sem questionar o que os especialistas engravatados dizem. Todos nós podemos contribuir para uma maior compreensão do universo, mas para isso é preciso indagarmos e fazermos nossas próprias investigações, ao invés de esperar que nos digam o que é certo e errado, e no que devemos acreditar.
Artigo adaptado, originalmente escrito por Leandro.

